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sábado, 23 de novembro de 2013

Livros ANGIQUINHO 100 anos e LAMPIÃO em Paulo Afonso. Como adquirir estes livros

Em Paulo Afonso ou pela internet, você pode adquirir estes livros sobre a região de Paulo Afonso
Antônio Galdino
Foto Nícolas
Antônio Galdino e João de Sousa Lima e o livro ANGIQUINHO - 100 anos de História
Antônio Galdino e João de Sousa Lima e o livro ANGIQUINHO - 100 anos de História
 Como adquirir os livros:
ANGIQUINHO – 100 anos de História, de Antônio Galdino e João de Sousa Lima
*LAMPIÃO em Paulo Afonso de João de Sousa Lima

*- Na Galcom Comunicações (rua da Concórdia, 555 – Chesf – (ao lado do modelo reduzido da Chesf)– Tel.(75)3282-0046 e (75)9234-1740 (Prof. Galdino)
*- Na AGAPA (com Regina) – Calçadão da Av. Getúlio Vargas
- Na APA (Associação Pauloafonsina de Artesãos) – Rua da Maçonaria, em frente ao Colégio Polivalente
*- Banca de Revistas – na Praça Abdon Sena (ao lado da Farmácia do Povo)
- No Supermercado SUPRAVE – Av. Landulfo Alves
- E pela internet através do email professor.gal@gmail.com – para onde devem ser enviados todos os dados de endereço e a confirmação do depósito.

ANGIQUINHO – 100 anos de História: R$ 25,00 MAIS R$ 5,00 CORREIOS

O depósito deve ser feito em uma destas contas bancárias.
De Antônio Galdino da Silva-
B. BRASIL - Ag- 4225-0 c/c- 32700-X
BRADESCO - AG-3052-0 – C/C -55691-2

OBS:
O livro De Forquilha a Paulo Afonso está com a previsão de lançamento para o dia 20 de Dezembro de 2013, no CPA, mas esse lançamento poderá ser adiado para o mês de Fevereiro, no mesmo local, provavelmente no dia 27/02, o que confirmaremos em breve.

*LAMPIÃO em Paulo Afonso e outros de João de Sousa Lima podem ser adquiridos diretamente com o autor(contato por telefone/blog/email - 75-8807-4138 OU  9101-2501 - email - joaoarquivo44@bol.com.br – blog –João de Sousa Lima.com
ilustração
Capa do livro LAMPIÃO em Paulo Afonso
Capa do livro LAMPIÃO em Paulo Afonso

LAMPIÃO EM PAULO AFONSO: R$ 35,00 MAIS R$ 5,00 CORREIOS

Depósitos em uma das contas abaixo:
De João de Sousa Lima –
B. BRASIL - Ag- 0621-1 c/c-25293-X
BRADESCO AG-3052-0 C/C-0200696-0

Phil Collins - Don't Lose My Number (with lyrics)

Genesis - Mama (Wembley)

Genesis - Home By The Sea (Invisible Touch Tour)

Alejandro Sanz - Corazón Partío (Subtitulado)

O dia em que o mundo parou: 50 anos da morte de John F. Kennedy

Em novembro de 1963, dois tiros mataram o presidente dos Estados Unidos. Cinco décadas depois, o que mudou?

RODRIGO TURRER
22/11/2013 12h02 - Atualizado em 22/11/2013 14h38


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MINUTOS FINAIS Kennedy ao lado de Jacqueline, no carro em Dallas, pouco antes do assassinato. Era o trágico fim de um governo que durou menos de três anos (Foto: Dallas Times Herald/The Sixth Floor Museum at Dealey Plaza )
Dois tiros que mudaram os Estados Unidos e o mundo. Assim os americanos sempre enxergaram o assassinato de John Fitzgerald Kennedy, o 35º presidente do país, aos 46 anos de idade. Neste 22 de novembro, completam-se 50 anos desde que Kennedy foi morto, na cidade texana de Dallas, no carro aberto que também levava sua mulher, Jacqueline Kennedy, e o governador do Texas, John Connally. A polícia concluiu que os tiros foram disparados pelo ex-fuzileiro naval Lee Harvey Oswald, do 6º andar do depósito de livros da Texas School, com um rifle Carcano. Como no bombardeio de Pearl Harbor, em 1941, e no 11 de setembro, em 2001, os americanos se irmanaram. Cinco décadas depois, o assassinato continua envolto em mitos e mistérios – Oswald foi assassinado dois dias depois de Kennedy. Segundo uma pesquisa recente, 64% dos americanos acreditam ter havido uma conspiração para matar Kennedy. 

Um dos mais instigantes dos 40 mil livros existentes sobre JFK foi escrito por Stephen King e publicado em 2011, Novembro de 63. Conta a história de um homem que viaja no tempo e vai a Dallas para impedir que Oswald atire. JFK exerceu a Presidência por apenas dois anos e dez meses – 1.036 dias. Ainda assim, segue um dos presidentes mais admirados da história americana. Será que ele fez tantas mudanças assim em seu curto mandato? Como ficariam os Estados Unidos se a morte de Kennedy tivesse sido impedida, como imaginou Stephen King? O assassinato de Kennedy realmente mudou os EUA e o mundo? Um olhar atento aos principais aspectos de seu governo mostra que não.
CENAS DA HISTÓRIA 1. John Kennedy, já eleito, encontra-se com o então presidente Dwight Eisenhower  2. O presidente Kennedy em ato na Casa Branca, em homenagem a líderes negros  3. A atriz Marilyn Monroe canta “Parabéns a você” no aniversário de Kennedy,  (Foto: George Tames/NYT, Allyn Baum/NYT, Bettmann/Corbis e MPI/Getty Images)
URSS, Cuba e Brasil
No governo JFK, a União Soviética era a nemêsis americana. Dois episódios em Cubasintetizam a atitude de Kennedy em relação à URSS e seus satélites: a invasão da Baía dos Porcos, em 1961, e a Crise dos Mísseis, no ano seguinte. Em ambos, Kennedy driblou a sanha militar de falcões americanos. Talvez por isso, passado meio século, muitos ainda mantêm vivo o mito de que JFK queria mais diálogo com a URSS. “Kennedy seguiu os princípios de contenção do comunismo da Doutrina Truman”, afirma Christian Ostermann, diretor do Departamento de História do Wilson Center. “Ele acreditava firmemente na Teoria do Dominó.” Pela teoria, se um país se tornasse comunista, os vizinhos poderiam seguir o mesmo caminho. Kennedy aprovou programas da CIA para desestabilizar governos comunistas e planos para assassinar o líder cubano, Fidel Castro. Ainda aumentou os gastos com armas nucleares e se preocupava com o Brasil. Seu sucessor, Lyndon Johnson, adotou, diante do golpe de 1964, planos deixados por Kennedy – em favor dos militares. Kennedy suspeitava das inclinações ideológicas do presidente João Goulart. Nada em seu governo permite imaginar que a proximidade entre Washington e o regime militar teria sido diferente caso Kennedy não tivesse sido assassinado.
Corrida espacial
“Acredito que este país deva engajar-se em alcançar a meta, antes de esta década terminar, de levar um homem a pousar sobre a Lua e trazê-lo de volta à Terra em segurança.” As palavras de Kennedy, em cadeia nacional em maio de 1961, retratam seu medo de ver a Lua sob uma “bandeira hostil”, comunista. O grande feito de Moscou ocorrera um mês e meio antes. Em 12 de abril de 1961, a espaçonave Vostok-1 partiu da base de Tyuratam Baikonour, no Cazaquistão, e pôs Yuri Gagarin em órbita – o primeiro homem no espaço. Os americanos colocaram em prática seu plano de enviar um americano à Lua até o final da década. Após a morte de Kennedy, Johnson considerou questão de honra atingir o objetivo. A opinião pública ficou chocada quando os três astronautas da Apolo 1 morreram num incêndio na cápsula, durante um teste antes do lançamento, em 1967. O Congresso americano quase acabou com o programa, mas o presidente Johnson contornou a situação. “Ele percebeu que o programa espacial até poderia não resultar em nada, mas teríamos de fazê- lo”, afirma John M. Logsdon, autor de John F. Kennedy and the race to the Moon (John F. Kennedy e a corrida à Lua). Em 20 de julho de 1969, Neil Armstrong e Buzz Aldrin pousaram na Lua e pisaram na superfície cinza do Mar da Tranquilidade.
CAMELOT Kennedy e Jacqueline com os filhos, John e Caroline (no alto), e o funeral do presidente. Os Kennedys transformaram-se numa espécie de realeza, apelidada com o nome da lendária corte do rei Arthur (Foto: Cecil Stoughton/AP/White House e AP)
Vietnã e pacifismo
Com Kennedy vivo, os EUA teriam saído do Vietnã? Pouco provável. Ele mesmo decidiu invadir o país. Com Kennedy na Casa Branca, as tropas americanas saltaram de 900, em 1961, para 16 mil, em 1963. Assessores de Kennedy, como o autor de seus discursos, Theodore Sorensen, afirmaram que ele pretendia retirar todas as tropas do Vietnã até 1965. Seria uma mudança fundamental, que até poderia ter arrefecido o movimento pacifista que eclodiu no final dos anos 1960. Quatro dias depois do assassinato de Kennedy, John­son emitiu um memorando ampliando o apoio aos vietnamitas do sul, em guerra com os comunistas do norte. Johnson foi mais linha-dura que Kennedy, e o número de tropas americanas no país chegou a meio milhão. Mas Kennedy sempre falou publicamente sobre a necessidade de não deixar o Vietnã se tornar um satélite comunista. “Kennedy considerava a Ásia fundamental na luta ideológica contra a URSS”, escreveu num artigo Joseph S. Nye, ex- conselheiro do Departamento de Defesa americano. “Talvez Kennedy não tivesse ido para cima dos vietnamitas com tudo, como Johnson, mas não há dúvida de que o envolvimento no Sudeste Asiático se prolongaria.”
Direitos civis
Em 1963, o sul dos EUA ainda adotava políticas de segregação contra negros. Em junho daquele ano, Kennedy prometeu uma lei que daria direitos civis a todos os americanos. Dias antes, ele enviara soldados para garantir a matrícula de dois estudantes negros na Universidade do Alabama. JFK fez um movimento histórico, mas seu projeto ficou parado por meses, diante da oposição de republicanos e democratas do sul. Depois de seu assassinato, o presidente Johnson disse à nação que aprovar novos direitos civis “honraria” o legado de Kennedy. Em julho de 1964, Johnson conseguiu aprovar a Lei de Direitos Civis e a Lei dos Direitos ao Voto, que encerraram décadas de segregação racial. A esmagadora vitória democrata nas eleições de 1964, ainda sob a comoção da morte de Kennedy, ajudou Johnson a fazer as reformas sociais que pretendia. Nesse aspecto, o assassinato de JFK mudou mesmo a história: com ele na Presidência, tais avanços poderiam ter demorado mais. 

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Revista Opará - Etnicidades, Movimentos Sociais e Educação - Paulo Afonso

Revista Opará - Etnicidades, Movimentos Sociais e Educação

DJAVAN- "Nem um dia" (Ao vivo)

http://www.youtube.com/v/_JH5U6ksYnc?autohide=1&version=3&showinfo=1&feature=share&autohide=1&attribution_tag=oFQDTBCzHxI0ZXwZNqsCVQ&autoplay=1

Djavan - Te devoro

http://www.youtube.com/v/RSltbtS8h6o?autohide=1&version=3&autohide=1&feature=share&attribution_tag=0l0G01jA8RrJ8g4qZbV4kw&showinfo=1&autoplay=1

domingo, 3 de novembro de 2013












Lançamento de livros de ANGIQUINHO e LAMPIÃO leva grande público ao CPA

FICAMOS MUITO FELIZES PELA SUA PRESENÇA
Antônio Galdino
Antonio Francisco
Da esq. Prof. Fernando (ALPA) e os escritores Antônio Galdino e João de Sousa Lima
((editar)) ((excluir))
 As pessoas que participam regularmente dos eventos de lançamento de livros e os sócios habituais do Clube Paulo Afonso ficaram surpresos com o grande público que ali esteve, na sexta-feira, 1º de novembro, para o lançamento dos livros ANGIQUINHO – 100 anos de História, de Antônio Galdino da Silva e João de Sousa Lima e LAMPIÃO em Paulo Afonso, de João de Sousa Lima, respeitado pesquisador do tema cangaço.
E os que ali chegaram não foram apenas atraídos pela tradicional seresta que o Clube realiza nas sextas-feiras. Chegaram bem cedo, a partir das 19 horas (a seresta só começa às 23 horas) e participaram ativamente, interagindo com os autores e com outros escritores presentes num momento cultural que muito agradou ao diretor sócio-cultural do CPA, Sávio Mascarenhas que deu todo o apoio para a realização do evento.
O evento foi, na verdade, um sarau literário que teve a participação do músico e compositor Oscar Silva que, acompanhado de Guaxinim, exímio tocador de zabumba, fez um show que teve ainda a participação do cordelista e folheteiro Julivaldo Alves da Silva, de Feira de Santana. Deca do Acordeon também estava ali, a postos, atendendo ao convite de João de Sousa, pronto para trazer a sua contribuição ao evento com sua sanfona, se precisasse.
foto Antonio Francisco
Os escritores com o Deputado Federal Luiz de Deus e seu assessor Manoel Rozendo
Os escritores com o Deputado Federal Luiz de Deus e seu assessor Manoel Rozendo
 Chesfianos como Flávio Motta, Carlos Roberto e muitos outros, além de aposentados, empresários como Pacífico(Hotel Portal da Ilha), Maciel Teixeira(Mileniun), Sebastião Leandro de Morais(Suprave), Antônio Martins (Gráfica Independência - Egrafil), Edinho (do Suco), Adeilda Xavier(Loja Brisa), Eliene (LN Cursos e Concursos), da Central de Madeiras,  Nadja (Sebrae), Francisco (Foto São Francisco), Dr. João Lima (Policlínica), o ortopedista Dr. Edigar e odontólogo, Dr. Luiz Alberto, familiares e grande número de professores e amigos dos escritores, como Sérgio Oliveira (Fasete), Cristiane e Hugo (Uniasselvi), Arleno, Marquinhos e Railda (IFBA) Luiz José, Aline Soares, amigos da Belos Bolos.
Muitos admiradores do escritor João de Sousa Lima, deles que possuem todos os seus livros que abordam, em sua maioria, a temática do cangaço, fizeram questão de estar ali e posar junto com o autor.
Da imprensa, registramos a presença de Bob Charles (Rádio Betel) Clícia e Ana Paula do site ACERTE Paulo Afonso, Pedro (jornal a Voz dos Municípios), Renaldo Carvalho (PAN Notícias),  Antônio Carlos Zuca (revista + Destaque), José Carlos (TV São Francisco), Epidauro Pamplona do programa RADAR da rádio Delmiro FM e do site Ozildo Alves.
foto Antonio Francisco
D. Noquinha, aos 90 anos, foi prestigiar o evento
D. Noquinha, aos 90 anos, foi prestigiar o evento
 De Salvador, vieram Dernival Oliveira e Renilda Ferraz, da CAR. Val, como é conhecido na região, já foi diretor de Turismo da Prefeitura, vereador e presidente da Câmara de Paulo Afonso e hoje é Superintendente Técnico da CAR, órgão do governo da Bahia. Renilda Ferraz é  sua assessora. Vieram também com a incumbência de levar os livros para os deputados Mário Negromonte e Mário Júnior. Dernival e Renilda deram todo o apoio para que o livro ANGUIQUINHO – 100 anos de História, impressos em Salvador, chegassem a Paulo Afonso.
Val se declarou “muito feliz pela oportunidade de ajudar um pouco para a realização deste importante evento, na minha cidade e nos colocamos à disposição para apoiar outros eventos desse nível porque quem ganha com isso é o município, a cidade, seus cidadãos, meus conterrâneos pauloafonsinos”.
Da Câmara Municipal de Delmiro Gouveia estavam presentes os vereadores Carlos Roberto Cacau Correia e o professor Edvaldo Nascimento, também escritor e estudioso da história de Angiquinho e Delmiro Gouveia, sobre quem acaba de lançar um livro. Ambos destacaram a importância de eventos como este. Tanto Cacau, cujo pai, Cícero Birica, é personagem do livro Angiquinho – 100 anos de história e mora na Barragem Leste, tendo trabalhado muitos anos na Usina Angiquinho, assim como o seu pai, como o professor Edvaldo, destacaram “a necessidade dos gestores públicos repensarem seus orçamentos e investirem mais na promoção da cultura em seus municípios, para que as raízes culturais sejam preservadas”, disse Edvaldo Nascimento.
foto Antonio Francisco
Cacau. Seu pai Cícero Birica e seu avô trabalharam em Angiquinho
Cacau. Seu pai Cícero Birica e seu avô trabalharam em Angiquinho
 Cacau fez referência a texto de divulgação deste livro onde se afirma que “não se pode realmente planejar o futuro sem conhecer o passado e esse resgate que o Professor Galdino e o João de Sousa estão fazendo, cada um na sua área específica de atuação, é muito importante para todos nós e para os filhos e netos, das próximas gerações”.
O engenheiro Flávio Motta, Gerente Regional de Operação da Chesf em Paulo Afonso, que uma introdução histórica no livro, analisando a participação da Chesf e de alguns pioneiros nessa história falou que “para mim foi uma coisa inédita, um experiência nova de que gostei e, há anos venho buscando formas de preservar a riqueza desse patrimônio e, principalmente da gente pioneira da Chesf e em dezembro estaremos inaugurando em frente à primeira Usina Paulo Afonso a Praça dos Pioneiros, como uma homenagem a todos, um marco de sua passagem, do seu trabalho nesta região”.
O professor José Fernando, vice-presidente da Academia de Letras de Paulo Afonso também trouxe a mensagem de esperança daquela instituição para maiores apoios à produção de livros e outras publicações literárias em Paulo Afonso.
foto Antonio Francisco
Professor Edivaldo, vereador em Delmiro Gouveia, também lança livro sobre Delmiro Gouveia
Professor Edivaldo, vereador em Delmiro Gouveia, também lança livro sobre Delmiro Gouveia
 Da Câmara Municipal de Paulo Afonso, estavam presentes os vereadores Edson Oliveira Maciel (Dinho), Petrônio Nogueira e Pedro Macário Neto. Macário que já foi presidente do CPA e da Câmara de Vereadores de Paulo Afonso, dentre muitas outras atividades relacionadas com o esporte, também destacou “a grande importância de eventos como este e me comprometo em lutar, na Câmara de Vereadores, junto a outros vereadores como Edson Oliveira (Dinho), como todo empenho para a cultura em nosso município seja melhor valorizada”.
O vereador Edson Oliveira assegurou à Folha Sertaneja que “na sessão desta segunda-feira, dia 04 de novembro, estarei apresentado na Câmara uma Moção de Aplausos pela realização deste evento, de elevada qualidade cultural”.
De Brasília veio o Deputado Federal Luiz Barbosa de Deus, que ressaltou “a importância da Chesf como iniciadora de um grande processo de desenvolvimento de Paulo Afonso e de toda a região, mas destaque que os grandes valores, a essência da nossa força, das nossas vitórias é o povo ordeiro desta cidade e deste município que já ultrapassou a casa dos 117 mil habitantes e louvo a iniciativa dos escritores João de Sousa e do professor Galdino em buscar a preservação e mais que isso, a divulgação destes valores culturais formados por prédios, instalações, empresas, instituições e sobretudo o homem, cuja presença mudou paisagens, promoveu transformações o que fez desta cidade uma das mais belas e importantes do Brasil”.
foto Antonio Francisco
Os artistas Julivaldo (cordel) e Oscar Silva (ao violão) também estavam lá
Os artistas Julivaldo (cordel) e Oscar Silva (ao violão) também estavam lá
 Ao fazerem questão de citar muitos nomes entre os presentes e de muitas profissões os autores disseram que assim o fizeram “com o objetivo mostrar que a cultura tem o poder de agregar à sua volta pessoas das mais diferentes posições sociais, dos mais humildes àqueles dos mais destacados cargos e profissões, assim como militantes dos mais variados partidos ou ideologias políticas. Do engenheiro ao operário, do médico renomado ao artesão do cordel ou do couro da tilápia, do que ocupa um lugar na Câmara do interior ao que vai à tribuna do Congresso Nacional. O que mostra que, se houver o desejo de mudança e se os olhares se voltarem para a mesma direção e se unirem forças nesse propósito, muito vai se poder fazer pela cultura, nas suas múltiplas formas e ela vai encontrar sempre um espaço e um horário nobres, como estes do Clube Paulo Afonso, para apresentar-se e manter viva as origens, as raízes de  um povo”, disse o professor Antônio Galdino, que concluiu:
“Continuamos empenhados no resgate da história e da memória das instituições e do povo desse lugar e da região e como mais uma parte desse projeto apresentaremos à comunidade pauloafonsina e regional, no dia 20 de dezembro deste ano, neste mesmo espaço gentilmente cedido pela diretoria do CPA, o livro “De Forquilha a Paulo Afonso – Histórias e Memórias de Pioneiros”, porque continuamos defendendo e acreditando que ‘não se pode planejar o futuro sem conhecer o passado’ e, para isso, conclamamos ao poder público, aos dirigentes e empresários de grandes e pequenas empresas, que apóiem outros autores e iniciativas como esta e estarão deixando seus nomes na história, certamente reconhecidos pela atual e futuras gerações. Muito obrigado pela presença de todos, o que muito nos honrou.”
 Ficamos muito agradecidos e honrados pela sua presença no lançamento dos livros ANGIQUINHO – 100 anos de História, de Antônio Galdino e João de Souza Lima e LAMPIÃO em Paulo Afonso de João de Souza Lima, dia 1º de novembro, no CPA.
O que se ouviu de muita gente foi que nunca se viu tanta gente em um evento de lançamento de livros em Paulo Afonso. Isso é o que fez o carinho de cada um de vocês.
Quero aproveitar para agradecer também as muitas mensagens que temos recebido, no Face, por email e por telefone e compartilhamos esta, enviada por Luiz Fernando Motta Nascimento.
Luiz Fernando Motta Nascimento é ex-aluno do GPA e já foi diretor de Suprimento e diretor de Construção da Chesf e hoje mora em Salvador/BA. Em 1998, escreveu o livro Paulo Afonso – Luz e Força Movendo o Nordeste. Sobre o livro ANGIQUINHO - 100 anos de História, que adquiriu pela internet, enviou o seguinte email:
foto Antonio Francisco
A noite de autógrafos foi bem concorrida
A noite de autógrafos foi bem concorrida

 “Prezado Professor Antônio Galdino: Acabo de ler o excelente livro "ANGIQUINHO - 100 Anos de História" de autoria do Professor, Escritor e Historiador Antônio Galdino da Silva e do Escritor e Historiador João de Sousa Lima. Parabéns pela grande obra. Este é um tema que deveria fazer parte da grade escolar, especialmente das escolas de Paulo Afonso. As pessoas precisam conhecer tópicos e pessoas que com seus exemplos de amor, dedicação e trabalho nos enchem de orgulho. Mostram o quanto somos capazes quando há incentivos e apoios. Abraços pauloafonsinos, Luiz Fernando Motta Nascimento.”
Aos que não puderam comparecer, por outros compromissos anteriormente agendados e aos que moram em outros lugares e desejarem adquirir o livro, isso pode ser feito:

Como adquirir estes livros:

Na Galcom Comunicações (rua da Concórdia, 555 – Chesf – (ao lado do modelo reduzido da Chesf)– Tel.(75)3282-0046 – Podemos entregar também a domicílio em Paulo Afonso;
Na AGAPA (com Regina) – Calçadão da Av. Getúlio Vargas
No Supermercado SUPRAVE – Av. Landulfo Alves
Diretamente com João de Sousa Lima (contato por telefone/blog/email - 75-8807-4138 OU 9101-2501 - email -joaoarquivo44@bol.com.br – blog –João de Sousa Lima.com
Ou com o Prof. Galdino – email: professor.gal@gmail.com – Tel (75)9234-1740
Os livros custam:
ANGIQUINHO: R$ 25,00 MAIS R$ 5,00 CORREIOS
LAMPIÃO EM PAULO AFONSO: R$ 35,00 MAIS R$ 5,00 CORREIOS
Depósitos em uma das contas abaixo:

De João de Sousa Lima –
B. BRASIL - Ag- 0621-1 c/c-25293-X
BRADESCO AG-3052-0 C/C-0200696-0

De Antônio Galdino da Silva-
B. BRASIL - Ag- 4225-0 c/c- 32700-X
BRADESCO - AG-3052-0 – C/C -55691-
Pedimos informarem o pagamento para um dos emais: joaoarquivo44@bol.com.br  ou professor.gal@gmail.com
O jornal FOLHA SERTANEJA - EDIÇÃO 116, QUE ESTARÁ CIRCULANDO A PARTIR DESTA 5ª FEIRA, DIA 07 DE NOVEMBRO, VAI TRAZER UM CADERNO ESPECIAL DESSE LANÇAMENTO.