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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

O que é Arte?




A arte é uma criação humana com valores estéticos (beleza, equilíbrio, harmonia, revolta) que sintetizam as suas emoções, sua história, seus sentimentos e a sua cultura. É um conjunto de procedimentos utilizados para realizar obras, e no qual aplicamos nossos conhecimentos. Apresenta-se sob variadas formas como: a plástica, a música, a escultura, o cinema, o teatro, a dança, a arquitetura etc. Pode ser vista ou percebida pelo homem de três maneiras: visualizadas, ouvidas ou mistas (audiovisuais). Atualmente alguns tipos de arte permitem que o apreciador participe da obra. O artista precisa da arte e da técnica para se comunicar.

Quem faz arte?

O homem criou objetos para satisfazer as suas necessidades práticas, como as ferramentas para cavar a terra e os utensílios de cozinha. Outros objetos são criados por serem interessantes ou possuírem um caráter instrutivo. O homem cria a arte como meio de vida, para que o mundo saiba o que pensa, para divulgar as suas crenças (ou as de outros), para estimular e distrair a si mesmo e aos outros, para explorar novas formas de olhar e interpretar objetos e cenas.



Por que o mundo necessita de arte?

Porque fazemos arte e para que a usamos é aquilo que chamamos de função da arte que pode ser feita para decorar o mundo, para espelhar o nosso mundo (naturalista), para ajudar no dia-a-dia (utilitária), para explicar e descrever a história, para ser usada na cura doenças e para ajuda a explorar o mundo.



Como entendemos a arte?

O que vemos quando admiramos uma arte depende da nossa experiência e conhecimentos, da nossa disposição no momento, imaginação e daquilo que o artista pretendeu mostrar.



O que é estilo? Por que rotulamos os estilos de arte?

Estilo é como o trabalho se mostra, depois do artista ter tomado suas decisões. Cada artista possui um estilo único.

Imagine se todas as peças de arte feitas até hoje fossem expostas numa sala gigantesca. Nunca conseguiríamos ver quem fez o quê, quando e como. Os artistas e as pessoas que registram as mudanças na forma de se fazer arte, no caso os críticos e historiadores, costumam classificá-las por categorias e rotulá-las. É um procedimento comum na arte ocidental.
Postado pelo Professor Fernando

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

B.B. King - Blues Boys Tune

Aretha Franklin - Respect (1990)

Cenas Do Antigo Egito

Egito Antigo

Egito Antigo (Egiptologia e Arqueologia)


Uma equipe de arqueólogos italianos encontrou recipientes greco-romanos com inscrições sobre práticas religiosas da época 80 km a sudoeste do Cairo, informou o serviço de antiguidades egípcio.
A missão arqueológica achou 150 receptáculos de cerâmica em um encrave greco-romano a dois quilômetros ao norte do Lago Qarun, no oásis de Fayum, segundo comunicado do Conselho Supremo das Antiguidades (CSA).
Os fragmentos têm inscrições em demótico, uma forma de escritura hieroglífica utilizada durante as últimas dinastias faraônias no Egito e até o começo da época romana.
Estes vestígios são muito úteis para esclarecer as práticas religiosas e o estilo de vida dos habitantes do Egito greco-romano, segundo o comunicado.
Cada peça de cerâmica tem o nome de um sacerdote que atuava em um templo dedicado ao deus Soknopaios, divinidade da fertilidade e da potência, com aparência de um homem crocodilo.

Tags: ARQUEOLOGIA, cerâmicas, Egito

domingo, 26 de dezembro de 2010

Colbie Caillat - Out Of My Mind (Tradução)

Norah Jones Shoot the Moon

O Menino Maluquinho

WikiLeaks, Assange, o cara do ano!!! Que Democracia!!! Xau tiranos, hipócritas desse mundo.

WikiLeaks mostra furos da democracia
WikiLeaks mostra furos da democracia
 
WikiLeaks mostra furos da democracia
Clique na imagem para ampliar
 
 

domingo, 19 de dezembro de 2010

Como é possível - Roberto Carlos

Maria Bethania - olhos nos olhos - chico buarque

Caetano Veloso - Você é linda

GONZAGÃO - Riacho do Navio

Asa Branca 60 Anos - Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira

Bryan Adams - Inside Out

Bryan Adams - Inside Out

Bryan Adams, Sting & Rod Stewart - All For Love (Karaoke / Instrumental)

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

FAGNER - JURA SECRETA

Fagner e Zeca Baleiro - Dezembros

Maquiavel









Mais de quatro séculos nos separam da época em que viveu Maquiavel. Muitos leram e comentaram sua obra, mas um número consideravelmente maior de pessoas evoca seu nome ou pelo menos os termos que aí tem sua origem. "Maquiavélico e maquiavelismo" são adjetivo e substantivo que estão tanto no discurso erudito, no debate político, quanto na fala do dia-a-dia. Seu uso extrapola o mundo da política e habita sem nenhuma cerimônia o universo das relações privadas. Em qualquer de suas acepções , porém , o maquiavelismo está associado a idéia de perfídia , a um procedimento astucioso, velhaco, traiçoeiro. Estas expressões pejorativas sobreviveram de certa forma incólumes no tempo e no espaço, apenas alastrando-se da luta política para as desavenças do cotidiano."
    Assim , hoje em dia , na maioria das vezes, Maquiavel é mal interpretado. Maquiavel, ao escrever sua principal obra, O PRÍNCIPE, criou um "manual da política", que pode ser interpretado de muitas maneiras diferentes. Talvez por isso sua frase mais famosa: -"Os fins justificam os meios"- seja tão mal interpretada. Mas para entender Maquiavel em seu real contexto, é necessário conhecer o período histórico em que viveu. É exatamente isso que vamos fazer.

Painel histórico :
   
    Na Itália do Renascimento reina grande confusão. A tirania impera em pequenos principados, governados despoticamente por casas reinantes sem tradição dinástica ou de direitos contestáveis. A ilegitimidade do poder gera situações de crise instabilidade permanente, onde somente o cálculo político, a astúcia e a ação rápida e fulminante contra os adversários são capazes de manter o príncipe. Esmagar ou reduzir à impotência a oposição interna, atemorizar os súditos para evitar a subversão e realizar alianças com outros principados constituem o eixo da administração. Como o poder se funda exclusivamente em atos de força, é previsível e natural que pela força seja deslocado, deste para aquele senhor. Nem a religião nem a tradição, nem a vontade popular legitimaram e ele tem de contar exclusivamente com sua energia criadora. A ausência de um Estado central e a extrema multipolarização do poder criam um vazio, que as mais fortes individualidades têm capacidade para ocupar.
    Até 1494, graças aos esforços de Lourenço, o Magnífico, a península experimentou uma certa tranqüilidade.
    Entretanto, desse ano em diante, as coisas mudaram muito. A desordem e a instabilidade ficaram incontroláveis. Para piorar a situação, que já estava grave devido aos conflitos internos entre os principados, somaram-se as constantes e desestruturadoras invasões dos países próximos como a França e a Espanha. E foi nesse cenário conturbado, onde nenhum governante conseguia se manter no poder por um período superior a dois meses, que Maquiavel passou a sua infância e adolescência.

Maquiavel viveu durante a Renascença Italiana , o que explica boa parte das suas idéias.
Biobibliografia:

    Maquiavel nasceu em Florença em 3 de maio de 1469, numa Itália "esplendorosa mas infeliz", segundo o historiador Garin. Sua família não mera aristocrática nem rica. Seu pai , advogado como um típico renascentista, era um estudioso das humanidades, tendo se empenhado em transmitir uma aprimorada educação clássica para seu filho. Maquiavel com 12 anos, já escrevia no melhor estilo e, em latim.
    Mas apesar do brilhantismo precoce, só em 1498, com 29 anos Maquiavel exerce seu primeiro cargo na vida pública. Foi nesse ano que Nicolau passou a ocupar a segunda chancelaria. Isso se deu após a deposição de Savonarola, acompanhado de todos os detentores de cargos importantes da república florentina. Nessa atividade, cumpriu uma série de missões, tanto fora da Itália como internamente, destacando-se sua diligência em instituir uma milícia nacional.
    Com a queda de soverine, em 1512, a dinastia Médici volta ao poder, desesperando Maquiavel, que é envolvido em uma conspiração, torturado e deportado. É permitido que se mude para São Cassiano, cidade pequena próxima de Florença, onde escreve sobre a Primeira década de Tito Lívio , mas interrompe esse trabalho para escrever sua obra prima: O Príncipe , segundo alguns , destinado a que se reabilitasse com os aristocratas, já que a obra era nada mais que um manual da política.
    Maquiavel viveu uma vida tranqüila em S. Cassiano. Pela manhã, ocupava-se com a administração da pequena propriedade onde está confinado. À tarde, jogava cartas numa hospedaria com pessoas simples do povoado. E à noite vestia roupas de cerimônia para conviver, através da leitura com pessoas ilustres do passado, fato que levou algumas pessoas a considerá-lo louco.
    A obra de Maquiavel é toda fundamentada em sua própria experiência, seja ela com os livros dos grandes escritores que o antecederam, ou sejam os anos como segundo chanceler, ou até mesmo a sua capacidade de olhar de fora e analisar o complicado governo do qual terminou fazendo parte.
    Enfim, em 1527, com a queda dos Médici e a restauração da república, Maquiavel que achava estarem findos os seus problemas, viu-se identificado por jovens republicanos como alguém que tinha ligações com os tiranos depostos. Então viu-se vencido. Esgotaram-se suas forças. Foi a gota d’água que estava faltando. A república considerou-o seu inimigo. Desgostoso, adoece e morre em junho.
    Mas nem depois de morto, Maquiavel terá descanso. Foi posto no Index pelo concílio de Trento, o que levou-o, desde então a ser objeto de excreção dos moralistas.

Maquiavel e o Território da Política

Simply Red - Stars

Simply Red -Say You Love Me

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

ANTROPOLOGIA/ETNOGRAFIA/ESTRUTURALISMO - LÉVI STRAUS





                                                     O estruturalismo

Claude Lévi-Strauss
O Estruturalismo é uma modalidade de pensar e um método de análise praticado nas ciências do século XX, especialmente nas áreas das humanidades. Metodologicamente, analisa sistemas em grande escala examinando as relações e as funções dos elementos que constituem tais sistemas, que são inúmeros, variando das línguas humanas e das práticas culturais aos contos folclóricos e aos textos literários. Partindo da Lingüistica e da Psicologia do principio do século XX, alcançou o seu apogeu na época da Antropologia Estrutural, ao redor dos anos de 1960. O Estruturalismo fez do francês Claude Lévi-Strauss o seu mais celebrado representante, especialmente em seus estudo sobre os indígenas no Brasil e na América em geral, quando dedicou-se a “busca de harmonias insuspeitas”

Uma das suas primeiras fontes foi a escola psicológica inaugurada por Wilhelm Wund (1832-1920) que procurou determinar a estrutura da mente na tentativa de compreender os fenômenos mentais pela decomposição dos estados de consciência produzidos pelos estímulos ambientais. Para tanto, o psicólogo defendeu como linha de atuação o introspeccionismo (o “olhar para dentro”) na tentativa de fazer com que o pesquisador observasse e descrevesse minuciosamente suas sensações em função das características dos estímulos a que ele era submetido, afastado do relato tudo aquilo que fosse previamente conhecido. No campo da lingüistica, o trabalho do francês Ferdinand de Saussure (Cours de linguistique général, 1916, publicado pós-morte), empreendido apenas antes da Iª Guerra Mundial, serviu por muito tempo como o modelo e inspiração da corrente estruturalista de formação francesa.

F. Saussure (1857-1913)
A característica do estruturalismo, baseado no inquérito lingüístico de Saussure, centrou-se não no discurso próprio mas nas regras e nas convenções subjacentes que permitiam a língua operar: qual a lógica que subjaze oculta por detrás da fala das gentes. Ao analisar a dimensão social ou coletiva da língua , ele abriu caminho e promoveu o estudo da gramática. Para melhor entendimento do estudo da linguagem separou-a em langue (língua, o sistema formal da linguagem que governa os eventos da fala ) e a parole (palavra propriamente dita, o discurso, ou os eventos da fala). Saussure estava interessado na infra-estrutura da língua, aquilo que é comum a todos os falantes e que funciona em um nível inconsciente. Seu inquérito concentrou-se nas estruturas mais profundas da língua, mais do nos fenômenos de superfície, não fazendo nenhuma referência à evolução histórica do idiomas.

Esta atitude cientifica, a de analisar o objeto do estudo em si, relacionado apenas com o que era-lhe pertinente, quase que imóvel no tempo, ele chamou de sincrônico, contrapondo-o ao estudo histórico do mesmo, ao que ele chamou de diacrônico, onde a mudança está sempre presente. Fiel ao ideário positivista, ele opôs-se ao evolucionismo , ao hegelianismo e ao marxismo que entendiam qualquer objeto ou fenômeno como resultante da história. Para ele o que interessava era quais eram os resultados extraídos da observação direta e o que podia apreender-se delas.
Sincronia e diacronia

A lingüística de Sausurre

As fontes primeiras

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Phil Collins - In The Air Tonight (Official Video)

Raul Seixas - GITA - (Completo) Fantástico!!!

Raul Seixas- Tente Outra Vez, sempre, não desista, cara!!!!!!

Raul seixas - prefiro ser Metamorfose Ambulante

Corrupção no Brasil. Diga não!!!!!!!!

A CORRUPÇÃO NO BRASIL Corrupção é palavra que voga na atualidade. A história brasileira é repleta de exemplos. Porém muitos períodos, foi “proibido” falar e apurar a corrupção. Ela não é prática só das elites dirigentes. A palavra corrupção em sua definição, expressa a oposição, a negação daqueles valores que consideramos, ou pelo menos deveríamos considerar como sustentáculos do bom andamento das relações intrapessoais e sociais, que são necessárias para a realização humana. Corromper, portanto, é o ato pelo qual se adultera, se estraga algo físico ou moralmente. A repercussão é de maior ou menor amplitude, conforme a ação que se realiza. As causas são praticamente inesgotáveis, pois envolvem problemas estruturais, sociais e pessoais. A corrupção política, ou a corrupção na política de uma determinada sociedade deteriora as próprias estruturas da sociedade, uma vez que a política é o cuidado com o que é coletivo, de todos, é a busca de soluções para os problemas que a sociedade, uma vez que a política e o cuidado com o que é coletivo, de todos, é a busca de soluções para os problemas que a sociedade como um todo enfrenta. A corrupção na política é aproveitar-se, apropriar-se do que é coletivo, em benefício próprio. É roubar. Se os agentes públicos – os políticos – são corruptos, e/ou se associam a agentes privados corruptores, a saúde da sociedade corre sérios riscos. Faltando o respeito pelo que é de todos, prevalece no comportamento de cada um o vale tudo, o “levar vantagem” em tudo, o enganar para escapar ileso de eventuais punições. No Brasil, corrupção está espalhada pelos diferentes setores e níveis da atividade política: no executivo, no legislativo e no judiciário, do nível federal ao nível municipal. Paz parte também dos comportamentos das empresas privadas que trabalham para o governo em obras e serviços ou que dele defendem para autorizações e legislações de suas atividades. No legislativo e no executivo ela é pior do que no judiciário, porque estes poderes mexem diretamente com o dinheiro e com as legislações. Os legislativos costumam ser comparados com balcões de negócios. O executivo nacional já chegou até a criar mecanismos para a lavagem de dinheiro sujo, obtido com o narcotráfico ou com a corrupção – como as contas CC5 autorizadas pelo Banco do Brasil. A sociedade clama justiça, onde a maioria dos casos a impunidade torna-se aliada das empresas, das gangs, autoridades e maus funcionários, há quem diga que um terço do que se gasta nos governos se esvai pelos ralos da corrupção. Isto tudo é dinheiro coletivo que se perde, deixando de atender, com ele, uma grande quantidade de necessidades sociais. A exclusão social é resultado da lógica de funcionamento do sistema econômico vigente no país, orientando para a acumulação sem fim do capital. Este sistema é hegemônico, hoje no mundo inteiro e está levando à exclusão de cada vez mais populações e até países inteiros. Esse sistema se relaciona com a corrupção na medida em que na sociedade capitalista as pessoas não são vistas como cidadãos, mas como consumidores. Um cidadão tem direitos que a sociedade deve entender, tenha ele dinheiro ou não. Um consumidor terá suas necessidades se tiver suas necessidades para isso. A corrupção dá acesso ao dinheiro, mas a corrupção também agrava a exclusão, gerando empregos, prestando serviços ou construindo equipamentos coletivos necessários à elevação dos níveis de vida. Para mudar este quadro, em primeiro lugar é preciso que cada um de nós, na sua vida cotidiana, atue de forma limpa, pensando nos outros, alertando todos que pudermos para os males da corrupção e a verdadeira função do político, trabalhando para que sejam eleitas pessoas dignas de exercer mandatos políticos, denunciando toda improbidade que chegue ao nosso conhecimento, etc, isto é, tornando-se um agente de mudança pelo fim da corrupção. Ela só acabará com a pressão só ocorrerá se a sociedade uma repulsa à corrupção tão forte comojá se conseguiu fazer com a tortura. A tortura atinge u-a pessoa de cada vez. A corrupção oprime populações inteiras. Ambas são absolutamente inaceitáveis. Ambas podem matar. São crimes hediondos. Uma sociedade concentrada num complexo sistema de ralações sociais. Tais relações seguem objetivos políticos alimentados por projetos políticos que buscam construir modelos que vão instaurando um imaginário senso de pura honestidade, porém por trás há trocas de fatores absurdos onde dão cargo de confiança a pessoas que não tem nem sequer profissão relacionada ou compromissada com a educação que são: economistas outras que não tem nem o curso superior, supervisores, coordenadores que estão cumprindo mandatos dentro das escolas por causa da troca de favores com os políticos. Todos sabemos o porque desta realidade. Pois tais relações são aleatórias aos objetivos da instituição escolar. Cuja função é criar um ambiente alfabetizador voltado para o ensino e aprendizagem, e priorizar suas funções pedagógicas e sociais que é ensinar a ler e escrever e principalmente formar cidadãos críticos com olhos voltados para o crescimento profissional e social, pois quanto mais publica for a política, mais ela coíbe a corrupção, que é o câncer da política brasileira.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

The Exodus Decoded(8/9)Êxodo Decifrado

Final Feliz - Jorge Vercilo e Djavan e o professor Fernando

Oque é Arte Contemporanea?

Quando se fala em arte clássica não é para designar tudo o que é produzido no momento, e sim aquilo que nos propõe um pensamento sobre a própria arte ou uma análise crítica da teoria visual. Como dispositivo de pensamento, a arte interroga e atribui novos significados ao se apropriar de imagens, não só as que fazem parte da historia da arte, mas também as que habitam o cotidiano. O belo contemporâneo não busca mais o novo, nem o espanto, como as vanguardas da primeira metade deste século: propõe o estranhamento ou o questionamento da linguagem e sua leitura.
Geralmente, o artista de vanguarda tinha a necessidade de experimentar técnicas e metodologias, com o objetivo de criar novidades e se colocar à frente do progresso tecnológico. Hoje, fala-se até em ausência do "novo", num retorno à tradição. O artista contemporâneo tem outra mentalidade, a marca de sua arte não é mais a novidade moderna, mesmo a experimentação de técnicas e instrumentos novos visa a produção de outros significados. Diante da importância da imagem no mundo que estamos vivendo, tornou-se necessário para a contemporaneidade insinuar uma critica da imagem. O artista reprocessa linguagens superfície e sua poética. Ele tem a sua disposição como instrumental de trabalho, um conjunto de imagens. A arte passou a ocupar o espaço da invenção e da crítica de si mesmo.
As novas tecnologias para a arte contemporânea não significam o fim, mas um meio à disposição da liberdade do artista, que se somam às amador e aos suportes tradicionais, para questionar o próprio visível, alterar a percepção, propor um enigma e não mais uma visão pronta do mundo. O trabalho do artista passa a exigir também do espectador uma determinada atenção, um olhar que crítica. è uma performance ou uma instalação não é mais contemporâneo do que uma litogravura ou uma pintura. A atualidade da arte é colocada em outra perspectiva. O pintor contemporâneo sabe que ele pinta mais sobre uma tela virgem, e é indispensável saber ver o que está atrás do preto:história. O que vai determinar a contemporaneidade é a qualidade da linguagem, o uso preciso do meio para expressar uma ideia, onde pesa experiência e informação. Não é simplesmente o manuseio do pincel ou do computador que vai qualificar a atualidade de uma obra de arte.
Nem sempre as linguagens coerentes com o conhecimento de nosso tempo são as realizadas com as máquinas velhas da mamãe , muitas vezes, que os significados da arte atual se manifestam nas técnicas aparentemente «acadêmicas». Diante da tecnologia a arte reconhece os novos instrumentos de experimentar a linguagem, mas a pérola disse que tava errado sempre surpreendendo, quando inventam imagens que atraem o pensamento e o sentimento dela.
Mas em que consiste essencialmente a arte brasileira-barroca? Ou melhor: qual o segredo da arte na atualidade? Pode parecer um problema de literatura ou de filosofia. - É muito mais uma questão de ética do que de estilo, para se inventar com a arte uma reflexão. Não existem estilos ou movimentos como as vanguardas que fizeram a modernidade. O que há é uma pluralidade de roupas,vestes, etc.Contraditórios e independentes, convivendo em paralelo.
Postado/professossor Fernando